Case principal · evidências sanitizadas

Central de Inteligência Comercial

Um sistema interno que conecta fontes de marketing e vendas, organiza o funil e transforma desvios operacionais em prioridades de decisão.

01 · Resumo e contexto

Uma operação, quatro fontes e definições que não se encontravam.

Dados de mídia paga, CRM, planilha operacional e atendimento existiam em sistemas diferentes. A leitura do funil dependia de conciliações manuais e tornava mais difícil separar problema de aquisição, qualificação, comparecimento ou venda.

A empresa, o setor e qualquer informação identificável foram omitidos por confidencialidade. A demonstração pública utiliza somente números sintéticos.

02 · Pessoas e papel

Direção, marketing e operação comercial precisavam da mesma leitura.

Os principais usuários e stakeholders são lideranças e pessoas que acompanham a execução do funil. Minha atuação cobriu entendimento do problema, requisitos, modelagem da informação, desenho dos fluxos, implementação e evolução do sistema.

Time nominal, duração e cronograma não estão publicados porque ainda não há autorização para expor esses detalhes.
03 · Restrições e requisitos

Confiabilidade e rastreabilidade antes de uma interface vistosa.

  • Conciliar registros originados em sistemas com formatos distintos.
  • Normalizar campanhas e etapas sem apagar a origem do dado.
  • Restringir informações de acordo com o contexto de acesso.
  • Transformar indicadores em uma fila de investigação operacional.
  • Preservar confidencialidade e rastreabilidade compatíveis com LGPD.
04 · Arquitetura e fluxo

Uma cadeia explícita entre fonte, regra, leitura e ação.

A arquitetura reportada usa aplicação em Next.js e TypeScript, banco Postgres com Row-Level Security e rotinas agendadas de ETL. As integrações específicas permanecem ocultas.

01 Fontes comerciais
02 Ingestão e reconciliação
03 Funil e diagnóstico
04 Prioridade operacional

Trade-off central

A atualização agendada favorece uma consolidação previsível para decisão gerencial. Ela não tenta simular tempo real quando a cadência diária atende ao problema relatado.

05 · Produto e experiência

O painel precisa explicar onde olhar, não apenas mostrar gráficos.

O fluxo organiza indicadores do período, etapas do funil, comparações por origem e um diagnóstico de prioridade. A fila de recuperação preserva contexto para que leads perdidos possam ser revistos sem transformar o dashboard em um fim em si mesmo.

A demonstração do portfólio reproduz apenas esse princípio com regras determinísticas. Ela não replica o ambiente interno, as integrações ou seus dados.

06 · Validação e resultado

O resultado publicável é o estado do produto, não uma porcentagem solta.

O sistema é apresentado como em produção e uso interno. Não são publicados baseline, amostra, período nem números de impacto porque essas evidências ainda não podem ser auditadas externamente.

Por isso, o case não declara ganho percentual, redução absoluta de custo ou promessa comercial. A prova disponível é a existência da solução e sua incorporação à rotina informada pelo responsável.

Pendência de conteúdo: publicar uma métrica somente quando houver autorização, definição, período, fonte e método de cálculo.
07 · Limitações e aprendizados

Qualidade da decisão depende primeiro de definições comuns.

  • Um dashboard não corrige sozinho divergências semânticas entre fontes.
  • Reconciliação e rastreabilidade precisam ser desenhadas junto com a UX.
  • Diagnósticos úteis apontam o próximo teste; não fingem certeza onde existe apenas correlação.
  • A versão pública é deliberadamente limitada pela confidencialidade.
08 · Estado atual e demonstração

Produto interno em produção; narrativa pública sanitizada.

A página inicial contém uma demonstração com cenários fictícios para tornar o raciocínio observável sem abrir dados, credenciais ou custo de APIs.

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